
Caio, ninguém sabe o que acontece e, pelo visto, Suzano não precisa de fiscais..rsrsrs
De qualquer forma, não sei qual sua posição no ranking para Fiscal de Trânsito mas, se ajudar, eu fiquei em 12º colocação, porém, devido aprovação em outros concursos, não irei assumir tal posto caso venha ser convocado.
Desejo boa sorte a todos!
Continuem estudando e acreditando que é possível, por que é!
Abraços,
Rogério.

Abriram concurso para motorista, médico, etc, e no edital eles citam o valor do beneficio. No nosso concurso nao consta no edital, será que nao teremos beneficio??

A todos os membros deste forum. Ontem, fui ao Ministério Público (MP) de Suzano para saber sobre a legalidade na demora das nomeações do nosso concurso. Fui informado que o MP já instaurou um inquérito civil para investigar todos os contratos temporários e cargos em comissão da prefeitura. No curso desta investigação, o MP verificou irregularidades e, por isso, propôs um termo de ajustamento de conduta para a municipalidade regularizar as suas contratações de servidores, todavia a prefeitura simplesmente não quis assinar. Desta forma, provavelmente será proposta uma ação civil pública pelo MP para forçar a prefeitura cumprir a lei.
Diante desta situação, acredito que os cargos do nosso concurso que ainda não foram nomeados ninguém estão sendo ocupados irregularmente por comissionados ou por temporários. Pois, o serviço existe e está sendo prestado por alguém. Por isso, seria interessante que todo membro deste forum que possuir alguma informação sobre servidores contratados como temporário ou comissionado de forma ilegal fosse ao MP de Suzano para fazer uma representação. Tenho certeza que quanto mais pessoas forem ao MP, mais rápido será proposta a ação civil pública e, com isso, mais rápido sairá a nossa nomeação.
Abraço a todos.

Praxis ®, vamos, também, perguntar ao Presidente Lula se ele apóia estas atividades e atitudes dos seus correligionários administradores do Município de Suzano!

Essas irregularidades dão até nojo.

Suzano deve ser a cidade que mais bibliotécas tem no Brasil!

Complementando o meu pensamento, acima, o escritório também não deve ser dos menores...

décima lista saiu, parabéns aos que vão neste cargo.
Cadê os fiscais mermão?
Só nos resta esfriar a cabeça e botar o peru pra dentro.
Papai noel de Suzano será que chega em janeiro?
Us!

ORÇAMENTO 2009
LOA 2009 é aprovada com prioridades eleitas pela população no OP
A Prefeitura de Suzano aguarda o envio pela Câmara da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2009, aprovada na sessão legislativa de quinta-feira (18/12). Quinze emendas propostas pelo Legislativo foram incorporadas ao texto original da lei, que inclui o plano de obras e serviços decididos pela população no ciclo 2008 do Orçamento Participativo.
Inédito entre as dez cidades do Alto Tietê, o OP é realizado em Suzano desde 2006 e já garantiu nesse período, por meio de 36 plenárias regionais e uma temática (Jovem), a discussão e planejamento pela população de 41 prioridades regionais, duas para a juventude e duas para a cidade. Em três anos mais de 20 mil moradores de Suzano participaram desse processo de decisão conjunta, povo e poder público, sobre o destino e as prioridades de parte dos recursos municipais através do OP implementado nesta administração.
Todos os anos, a experiência é aprimorada, graças ao planejamento que é realizado no ano anterior com os conselheiros e conselheiras do OP. Esse ano, por exemplo, o ciclo de plenárias do OP ganhou a primeira reunião temática – aprovada na 1ª Conferência Municipal de Juventude -, a Ciranda do OP (espaço de ludicidade das crianças) e as discussões sobre obras e ações não só para as regiões, mas para todo a cidade.
Essas alterações fizeram com que a população aprovasse no ciclo desse ano obras estruturantes, como o hospital municipal e o Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD), além de ações para o segmento jovem, como a criação da Coordenadoria de Políticas Públicas para a Juventude e a implementação do Passe-Livre.
Entre abril e junho foram realizadas 13 plenárias, onde a população elegeu uma série de demandas que, discutidas e estudadas pelo Conselho do OP – formado por 68 conselheiros/as (titulares e suplentes) – junto com secretários/as municipais, resultaram no Plano de Investimentos incorporado ao projeto de lei do Orçamento Anual para 2009, encaminhado em setembro pelo Executivo à Câmara de Suzano.
Portanto, a Lei Orçamentária Anual para 2009 aprovada na sessão legislativa de ontem (18/12), que prevê a arrecadação de R$ 349.101.900,00, creches, pavimentação, melhorias de unidades de saúde e espaços esportivos, definidos como prioritários pela população, se somam ao planejamento da administração municipal.
ORÇAMENTO 2009
Órgão
Valor previsto*
(em R$)
Gabinete do
Prefeito
4.152.480,00
Secretaria de
Promoção da Cidadania e Inclusão Social
8.688.300,00
Fundo Social de
Solidariedade
3.040.000,00
Secretaria de
Administração
16.556.000,00
Secretaria de
Finanças
27.068.400,00
Secretaria dos
Negócios Jurídicos
1.552.500,00
Secretaria de
Cultura
5.364.000,00
Secretaria de
Esportes, Lazer e Recreação
8.785.100,00
Secretaria de
Educação
86.203.500,00
Secretaria de
Saúde
77.459.000,00
Secretaria de
Infra-Estrutura e Obras
45.586.100,00
Secretaria de
Governo
754.000,00
Secretaria de
Comunicação Social
2.323.700,00
Secretaria de Defesa
Social e Prevenção à Violência
6.080.500,00
Secretaria de
Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Negócios e
Turismo
3.719.500,00
Secretaria de
Política Urbana
22.778.500,00
Secretaria de
Planejamento e Gestão
10.836.768,30
Câmara
Municipal
18.1
53.551,70
Total
previsto
349.101.900,00
*co
nforme consta do projeto da LOA
2009
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Cecília Figueiredo

Prefeito anuncia nova secretária de Finanças
Economista Ana Teresa Cintra foi confirmada nesta terça-feira (23/12) pelo prefeito Marcelo Candido
A economista Ana Teresa Cintra Galasso, de 46 anos, será a nova secretária de Finanças da Prefeitura de Suzano. Seu nome foi confirmado hoje pelo prefeito Marcelo Candido. Formada em Ciências Econômicas pela Universidade São Francisco de Bragança Paulista e com 18 anos de experiência em administração pública, Ana substituirá Orlando Fernandes Filho, já confirmado como secretário em Mauá.
Ana Teresa trabalha na Prefeitura de Santo André, onde ficará até 31 de dezembro.
Pós-graduada em Administração Pública, atuou nas gestão de Luiza Erundina, em São Paulo (1989-1992), como assessora técnica da Secretaria de Habitação; em dois mandatos de Celso Daniel (na década de 90 e de 2001 a 2002) e João Avamileno (2002-2008), ambos em Santo André, como assessora técnica nas secretárias de Finanças e Administração, e ainda na Prefeitura de Ribeirão Pires, como gerente de Orçamento no mandato de Maria Inês (1997-200), entre outras.
“Hoje tenho maturidade para aceitar este desafio”, afirmou ao explicar os motivos que a levaram a aceitar o convite de integrar o primeiro escalão do governo Marcelo Candido.
Segundo ela, a prioridade para a secretaria será definida após o fechamento do exercício financeiro. “Acompanharei este processo e somente após tomar conhecimento completo da situação discutirei com o prefeito qual será nossa prioridade”, explicou, ao salientar que na área de Finanças a maior dificuldade é sempre equilibrar receita e despesa, atendendo às demandas da população.
Apesar de já ter iniciado o processo de transição, Ana Teresa assumirá oficialmente em 12 de janeiro. De 1º a 11 de janeiro, João Adolfo do Carmo ocupará o cargo interinamente.
Currículo
Ana Teresa Cintra Galasso, 46 anos;
Formada em Ciências Econômicas pela Universidade São Francisco de Bragança Paulista – São Paulo (1983-1986);
Pós-Graduada em Administração Pública pela Fundação Santo André (1992);
Capacitação em Planejamento Estratégico Situacional, Moderação, Gestão por Resultados e Gestão de Pessoas;
Atuou profissionalmente nas prefeituras de Santo André, Ribeirão Pires, Santos, São Paulo e em Natal (RN), nas áreas de Finanças, Planejamento e Orçamento.
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Silmara Helena

O site da prefeitura foi bloqueado?

O site está funcionando perfeitamente,
Acabei de consultar.

Candido fará ajustes na receita e vai rever a programação de investimentosMatéria publicada na edição: 8149Data de:28/12/2008 SANDRA PAULINO
Ajuste de receitas, reformulação do transporte coletivo e o anúncio do secretariado. Essas são as prioridades que o prefeito reeleito Marcelo Candido (PT) terá logo no início do ano. Com o discurso de continuidade dos projetos, ele reafirma o compromisso de colocar em prática o plano de governo. Mas, a cidade terá de esperar um pouco para ver alguns dos projetos saírem do papel. A estratégia da administração para enfrentar a crise financeira mundial é conter os investimentos no primeiro semestre. “Particularmente acho que sendo conservador no início é como se fizéssemos uma poupança para investimentos no segundo semestre, mas isso vai depender da conjuntura”. Haverá ainda nova projeção de arrecadação que será estimada ainda em janeiro. Veja a seguir trechos da entrevista.:

(continuação)
DS – Como o senhor deixa Suzano no término deste primeiro mandato?
Candido – Acredito que nós conseguimos alcançar os objetivos que foram propostos logo no início porque a cidade de fato passava por uma série de restrições para o seu desenvolvimento em razão das políticas que eram adotadas no passado. Fomos superando gradativamente cada um dos problemas, resolvendo, inclusive, as questões de natureza econômica do ponto de vista público e colocamos a cidade em outro patamar. Realizamos grandes obras, alcançamos sucesso na política área social, melhoramos a condição de vida da população. Acredito que o balanço foi positivo, portanto, e agora nós vamos colher esses frutos já no segundo mandato dando seqüência a todo um planejamento que foi feito e haverá boa perspectiva de crescimento nos próximos anos.
DS – E quais são as primeiras medidas de seu governo?
Candido – A rigor nós vamos dar seqüência porque nós estamos governando a cidade e eu trabalho muito com foco no planejamento, portanto, as perspectivas em termos de crescimento foram definidas a partir desse processo de planejamento. Evidente que no dia da posse ou nos primeiros dias de governo, vamos anunciar algumas medidas que são necessárias, inclusive diante do quadro de crise financeira pela qual o País vem atravessando. De qualquer maneira, não serão medidas que alterarão drasticamente o formato que nós definimos como prioritário. O plano de governo foi lançado é de conhecimento público, portanto, vamos dar seqüência a todo esse processo.
DS – O governo federal já se adiantou e anunciou algumas medidas para conter a crise financeira, entre elas o corte de gastos. Suzano pode ser afetada com a redução de repasses e o que a cidade pode fazer para não ser impactada com a crise?
Candido – O presidente Lula tem sido extremamente seguro quando recomenda aos brasileiros que não deixem de consumir e fala inclusive que o PAC não seria alterado. Ou seja, tudo aquilo que está projetado em termos de investimentos e que faz parte do Plano de Aceleração de Crescimento será mantido. Essa perspectiva mostra que o governo federal tem feito a parte dele e como um ente federado o município tem que contribuir para isso. Particularmente, eu não defendo o corte de investimento, pelo contrário, até porque quem recebe a parcela da população majoritária é o poder público pelos serviços de educação, transporte, segurança, saúde, por exemplo, então nós não vamos fazer nenhum corte que interfira nesses serviços, mas evidente que vamos tomar cuidados para aguardarmos a própria movimentação da economia brasileira, na expectativa evidente da recuperação e superação da crise. Vamos apenas fazer uma reprogramação, mas posso adiantar, seremos um pouco conservadores no início.
DS – Há também a arrecadação. Existem setores, como a celulose, que contribuem com a receita. Suzano pode ter uma redução considerável no Produto Interno Bruto (PIB)?
Candido – Eu não creio em redução do PIB. Em termos de cálculo proporcional, acredito que Suzano continuará na liderança nos próximos anos, aliás, com uma forma até de tendência de crescimento, mas do ponto de vista da arrecadação, fruto da participação das empresas na composição dos recursos, Suzano vai arrecadar menos porque vai produzir menos e em tese isso tem um reflexo na composição da receita. Se houver cortes na mão de obra, isso vai ter reflexo no consumo. É por isso que vamos dar início ao segundo mandato de uma maneira um pouco mais conservadora. Agora algumas perspectivas em termos internacionais acenam para que isso possa se recompor no início do ano.
DS – No próximo ano devem ser iniciadas as obras do trecho leste do Rodoanel. Em Suzano, cerca de 200 casas estão na rota do traçado, a Prefeitura vê com preocupação essa situação?
Candido – Todas as obras que interferem nos municípios passam por acordos entre quem realizada a obra, o Estado, e a Prefeitura, e eu tenho acompanhado essa obra do Rodoanel já há bastante tempo, até porque é um projeto estratégico que interessa ao município. Mas, essas questões em termos de desapropriação, indenização, pagamentos, enfim, isso tudo está sendo discutido. Temos trabalhado de forma compartilhada, o pessoal da equipe técnica da Dersa tem sido extremamente precisa nas informações e não há preocupação em relação às famílias. É lógico que há todo o incômodo de sair do lugar onde morava e isso não se paga ou se calcula, mas do ponto de vista patrimonial posso assegurar que não haverá nenhum problema.
DS – Suzano encerra o ano com algumas pendências, entre elas a regularização do transporte clandestino e dos taxistas permissionários, essa situação deve ser resolvida no próximo ano?
Candido – Isso é fruto de uma herança. A cidade viveu na ilegalidade por muito tempo. Estamos falando de prestadores de serviço que já poderiam ter a sua situação devidamente regulamentada caso as medidas tivessem sido tomadas na legalidade. O sistema de transporte alternativo conta mais de uma década. Mudar essa situação da noite para o dia é impossível, seja pelo grau de dependência que as pessoas têm, seja pelo fato que envolve muitos trabalhadores. Fomos buscar esses consensos e hoje temos pronto para iniciar, a licitação do transporte complementar que não será o clandestino, tampouco o alternativo. Temos condições de lançar toda uma estrutura dos permissionários que carecem de uma lei específica. Acredito que teremos êxito e nos próximos meses eles entrem com alta prioridade no governo.
DS – A oposição já anunciou que quer diálogo direto com o senhor e não irá aceitar intermédios. O senhor está disposto a aceitar essa condição?
Candido – Não classificaria isso como exigência da oposição ao governo, mas como uma reivindicação baseada em como eles entendem o bom diálogo entre o prefeito e os vereadores. A rigor, nós temos que entender que há uma estrutura administrativa e que muitas soluções são buscadas diretamente.
(mais no próximo "post")

(continuação)
Às vezes o vereador não precisa tratar de um assunto específico da saúde aguardando a agenda do prefeito compatibilizando essa agenda com a do próprio vereador que também tem uma agenda muito concorrida. Isso pode ser tratado entre as assessorias. Mas, de qualquer forma eu sempre me coloquei à disposição, é bom lembrar que nesse meu primeiro mandato algumas vezes os vereadores foram convidados a participar de reuniões para que nós pudéssemos conversar de projetos antes de eles irem para a Câmara e eles não vinham. Acredito que é preciso haver uma correção de rumo e uma melhoria na relação, mas que nós teremos estrutura para agilizar essa relação com a Câmara, isso também permanece.
DS – O que pode ser adiantado com relação ao secretariado?
Candido – Por enquanto nada. Até porque a questão depende da definição de alguns itens que são da conjuntura para que possamos de maneira adequada tomar a decisão. Apenas quero lembrar primeiro que esse processo vem sendo tratado. É um processo aberto e não está de lado, mas nós estamos indo para o segundo mandato numa
seqüência, nós não estamos fazendo uma mudança, por isso nos dá uma certa tranqüilidade do ponto de vista do tempo para o acerto de decisões, mas evidentemente há alguns aspectos que demoram mais ou menos.
(fim)

Aumento da inadimplência faz Receita “apertar” a fiscalização
Matéria publicada na edição: 8149 - Diário de Suzano
Data de:28/12/2008
De Brasília
O aumento da inadimplência de impostos federais, apresentado nos dados da arrecadação da Receita Federal de novembro, tirou o sono do governo e está exigindo da equipe econômica uma ação preventiva de emergência para evitar que o problema se generalize, afetando o caixa do Tesouro Nacional e dos Estados e municípios.
O governo já constatou um movimento inicial - em todos os setores - de aumento de inadimplência inesperado. Em tempos de crise, as empresas e pessoas físicas, que enfrentam dificuldades de crédito e caixa, priorizam outros pagamentos, deixando para segundo plano o recolhimento dos tributos.
De um lado, o Ministério da Fazenda trabalha na elaboração de novas medidas de alívio para as empresas. De outro, a Receita Federal iniciou uma ação nas grandes empresas para pressioná-las a pagar os tributos e traçar um "raio-x" dos motivos da inadimplência.
O assunto tem sido tratado no governo com cautela e discrição pelo seu potencial explosivo na saúde da economia. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e seus auxiliares não falam abertamente do problema, mas a ordem é fazer um diagnóstico e sugerir medidas para serem apresentadas no início do ano.
Segundo fontes do governo, no fim de janeiro, depois da posse do novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), dias 20 e 21, o governo vai lançar novas medidas de estímulo à produção e de alívio tributário.
Apesar da queda da arrecadação, a equipe econômica avalia que a melhor maneira de tratar o problema é justamente desonerando tributos e dando alívio ao caixa das empresas. Esse movimento estimularia a produção e depois a arrecadação.
As primeiras ações nessa direção já começaram a ser adotadas, na semana passada, com a edição de medida provisória que autoriza os bancos públicos a não exigirem a apresentação da certidão negativa de débito tributário (CND) para a concessão de crédito.
Segundo uma fonte da equipe econômica, a medida foi necessária para abrir nova perspectiva de crédito para as empresas. Os bancos privados estão emprestando a um custo ainda bastante elevado. De acordo com a fonte, somente os bancos oficiais exigem essa certidão negativa de débito. Por isso, a necessidade de suspender a exigência pelo prazo de seis meses, considerado pelo governo como "o mais terrível" de 2009, ou seja, o primeiro semestre.
Os bancos públicos vão assumir o risco de operações, desta vez, com a onda de inadimplência. O Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informaram que ainda estão avaliando o seu impacto nas operações.
Os empresários, no entanto, pressionam o governo para alongar mais os prazos de pagamento dos tributos e parcelar débitos vencidos. Alguns sugeriram ao presidente Lula a criação de um "comitê de crise".

Feliz 2009!

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